The Flash | O homem que salvou Central City

flash_season2Partindo de um episódio experimental dentro de outra série, Flash chegou de mansinho e, em meia temporada, já desbancou Arrow do posto de minha série preferida do momento. A ansiedade tomava conta para o retorno, em sua segunda temporada.

Diferentemente do costumeiro (confirmando o padrão “fora da caixa” dessa série), Flash não retomou a história de onde havia parado. Parece confuso nos instantes iniciais do primeiro episódio, mas logo a coisa engrena. A opção de não continuar a ação final logo de cara gera um anticlímax desagradável de início, mas é de The Flash que estamos falando.

Aos poucos, as informações vão se encaixando. Não demora para que surja o vilão do dia em Central City, encargo que fica para Esmaga-Átomo. Um vilão simples, que representa força bruta, com efeitos visuais bem medianos, mas com um objetivo bem maior: levar a mensagem de algo vindouro para Barry e o público. Apesar de conter cenas bem pouco inspiradas no quesito ação, a produção compensa na verossimilhança da trama com os quadrinhos. A ameaça do vilão, as investidas de Barry, a prorrogação da batalha sem motivos aparentes… É, praticamente, uma HQ live action.

themanwhosavedcentralcity

Desatando nós dramáticos da temporada passada, The Man Who Saved Central City, título original, reafirma as coisas boas trazidas do ano anterior e parece se livrar de outras que pouco acrescentavam. Serviu, com maestria, como pincelada que dá o tom para o restante da obra e definiu as diretrizes dos próximos episódios.

Além do mais, a cena final oferece ótima sensação aos conhecedores dos diferentes nomes por trás da máscara de Flash.

jaygarick

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